Enquanto se achar que está vivo, se alimenta.
Se alimenta de forma branda, expressiva, louca, austera, sensível.
Enquanto se alimenta, sente o gozo de algo completo, admirável pelos mais belos deuses.
Eu que sacio esse desejo completo em sí, me recorda que tudo aquilo que absorvo nada mais é a sustentação da minha fraqueza. Não vos digo que é deprimente, mas me torna indisposto a buscar algo além da saciedade. Ninguém vive sem ela, mas ninguém vive dentro de um estômago sensível, ou qualquer outro prazer preenchivel.
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