domingo, 10 de janeiro de 2010
(...) Sim! logistica! Sem dúvida, afirmar essa teoria da renovação de toda a espécie humaan por meio do sistema das suas próprias vantagens é, ao meu ver, quaseo mesmo... bem, que aformar, por exemplo, com Buckle, que o homem é suavizado pela civilação, tornando-se por conseguinte, pouco a pouco, menos sanguinário e menos dado à guerra. De acordo com a lógica, de não me engano, é a conclusão a que ele chega. Mas o homem é tal ponto afeiçoado ao seu sistema e à educação abstrata que estpa pronto a deturpar intencionalmente a verdade, descrer de seus olhos e sus ouvidos paenas para justificar a sua lógica. Tomo justo este exemplo por ser tão eloquente. Lançai um olhar ao redor: o sangue jorra em torrentes e, o que é mais, de modo tão alegre como se fosse champagne. (...) O que suaviza. pois, em nós a civilização? A civilização elabora no homem apenas a multiplicidade de sensações e... absolutamente nada mais. E, através do desenvolvimento dessa multiplicidade, o homem talvez chegue ap ponto de encontrar prazer em derramar sangue.(...) Pelo menos, se o homem não se tornou mais sanguinário com a civilização, ficou com certeza sanguinário de modo pior, mais ignóbil que antes. Outrora, ele via justiça no massacre e destría, de consciencia tranquila, quem julgasse necessário; hoje, embora consideremos o derramamento de sangue uma ignominio, assim mesmo ocupamo-nos com essa ignominio, e mais ainda que outrora. O que é pior? Decidi vós mesmo. (...) embora o homem já tenha aprendido por vezes a ver tudo com mais clareza do que já tenha do que na época bárbara, ainda está longe de ter acostumado a agir do modo que lhe é indicado pela razão e pelas ciências.
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